10 de nov de 2009

CAPACITAÇÃO PARA ATENDIMENTO AO DEPENDENTE QUÍMICO

Publicado 09-11-09
Profissionais de várias secretarias, conselhos municipais e instituições participam a partir desta segunda-feira (9), da 1ª Capacitação em Prevenção e Acompanhamento da Dependência Química para a Rede de Serviços de Maringá. O evento vai até a quarta-feira (11), no Auditório do Bloco 06, no Cesumar.

A capacitação tem como objetivo possibilitar a reflexão e a discussão intersetorial sobre a dependência química, e também embasar as estratégias de ação dos diversos serviços. Participam profissionais dos postos de saúde, CISAM, CAPSad, CAPS II, Emergência Psiquiátrica, SAMU e Hospital Municipal, além de pessoal das secretarias de Assistência Social e Cidadania, Mulher, Esporte, Educação e Cultura.
Também participam conselheiros dos Conselhos Tutelares, CMDCA, Conselho Municipal Sobre Drogas, Conselho Municipal de Segurança e Conselho Municipal de Saúde, além de instituições e comunidades terapêuticas, Guarda Municipal, Polícia Militar, funcionários do Hospital Psiquiátrico, Hospital Universitário, 15ª Regional de Saúde e dos programas PADEQ e PROVENT da UEM.
A capacitação é realizada em cima da realidade do município, considerando algumas condições como a crescente demanda de dependentes químicos nos serviços de saúde e o aumento da tensão social; a crescente cobrança da sociedade sobre os serviços de saúde responsáveis por esta demanda; e ainda a diretriz do Ministério da Saúde que preconiza a permanente capacitação dos profissionais de saúde que atuam com este transtorno.A preocupação leva em conta também que no ano passado 46% das internações na Emergência Psiquiátrica foram de transtornos mentais relacionados ao uso indevido de substâncias psicoativas; que a taxa de reinternação na Emergência Psiquiátrica em 2008, foi de 58% para dependentes químicos, comprovando que o principal foco de ação deve ser o tratamento ambulatorial (CAPSad) e a prevenção nas Unidades Básicas de Saúde; ou que as drogas estão relacionadas com os principais problemas sociais e de saúde pública enfrentados pelo município e associado diretamente com o alto índice de criminalidade do momento; e que a dependência química é uma questão que deve ser abordada e trabalhada pelos diversos setores: ação social, educação, cultura, esporte entre outros.

Fonte: maringa.com
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